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O Sol e a vitamina D

Pessoas felizes fazem escolhas saudáveis.

Temos o hábito de passar longos períodos sem exposição ao sol e, durante o verão, exagerar na dosagem para compensar. Este erro muito comum traz inúmeros malefícios para a saúde, pois os raios solares (na medida certa) são fundamentais para o bom funcionamento do corpo humano e devem nos atingir de forma gradativa ao longo de todo o ano.
Tomar sol vai muito além de “pegar um bronze”; com esta prática reduzimos o risco de depressão, melhoramos a qualidade do sono e aumentamos o nosso bem-estar. Através dos raios UVB (Ultravioleta do tipo B) ativamos a Vitamina D, essencial para a absorção do cálcio, que fortalece os ossos e as articulações. Apesar de alguns alimentos possuírem vitamina D em sua composição, principalmente os peixes como o salmão e a sardinha, além do leite e seus derivados, a quantidade presente neles não é suficiente para alcançar as necessidades diárias do organismo. Para sintetizarmos a quantidade necessária de vitamina D, precisamos ficar expostos diretamente aos raios solares por pelo menos 15 a 20 minutos diariamente, sem uso de filtro solar, pois ele impede a absorção dos raios solares pela pele. Por isso, o recomendado é tomar sol no período antes das 10 horas da manhã ou no final da tarde, após as 16 horas. 
Isso por que durante este horário os raios solares incidem com maior intensidade e aumentam os riscos de desenvolver câncer de pele.