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Descubra a ligação entre emagrecimento, saúde e bem-estar. Aprenda a viver melhor!

Santa Salada
Existe regra para o consumo de salada para quem quer emagrecer? A salada deve ser consumida antes, durante ou depois do prato principal?

Antes de responder a tais questionamentos, é preciso entender como funciona o seu corpo ao fazer uma refeição. Todos nós temos o chamado “centro de saciedade”. Ele fica localizado no hipotálamo, que recebe sinais do sistema digestivo para entender se o corpo precisa se alimentar ou se já está saciado. Para que todos esses sinais sejam emitidos e assimilados pelo nosso organismo, demora cerca de 20 minutos. Por isso, é indicado que as refeições sejam feitas com calma - dessa maneira, você evita impulsos alimentares como repetir uma refeição, por exemplo.

E como a salada poderia ajudar no processo de emagrecimento?

A base das saladas são verduras e legumes crus ou cozidos. Esses alimentos, além de possuírem vitaminas e minerais, carregam consigo uma boa quantidade de fibras e são supersaudáveis. As fibras são responsáveis por prolongar a saciedade e fazer com que você precise comer menos quantidade para se sentir saciado.

Existem duas opções para quem está querendo otimizar o consumo da salada, basta selecionar a sua melhor opção e o que funcionaria melhor para VOCÊ.

1). Consumir a salada antes das refeições: Se você é daqueles que come com calma, talvez essa seja uma boa opção. Comer uma salada de entrada, pousar os talheres e aproveitar uma boa companhia antes do prato principal ser preparado, faz com que seu corpo já perceba que está sendo alimentado e que existe comida ocupando espaço no seu estômago para ser digerido. Quando você passar para o prato principal, certamente terá mais controle da quantidade que vai ingerir e, se for o caso, da qualidade da escolha dos alimentos para compor o prato.

2). Consumir a salada durante as refeições: Se você é daqueles mais apressados ou está em um dia atípico onde precisará comer menos sossegado, prefira essa opção. Complete seu prato com 50% de legumes e verduras, crus ou cozidos – mas fique esperto! Batata, inhame e mandioca não se encaixam aqui. Depois, deixe 25% para os carboidratos (arroz integral, macarrão integral, quinoa, cevada, batata, inhame, mandioca...) e divida os outros 25% restantes em proteínas vegetais (feijões, grão-de-bico, lentilhas, ervilha) e animais (ovo, peixes de carne branca, aves sem pele, cortes de carnes magras). Comer a salada junto das refeições faz com que você “ocupe espaço” no prato com alimentos saudáveis e de baixo valor energético. Agindo assim, você evita encher o prato com alimentos de maior valor energético, como purês, arroz e massas, por exemplo.

E aí? Qual vai ser a sua estratégia para a próxima refeição?

Artigo de: Vigilantes do Peso